Cinemas Modernos: Portugal e Brasil
José Oliveira e Sérgio Alpendre

Parte 1: BRASIL

Sessão 1 – NELSON PEREIRA DOS SANTOS
- os dois filmes "neorrealistas": Rio 40 Graus e Rio Zona Norte.
- a explosão do cinema novo: Vidas Secas
- na Embrafilme: Amuleto de Ogum e Tenda dos Milagres.
- ainda na trilha de Graciliano Ramos: Memórias do Cárcere.

Sessão 2 – GLAUBER ROCHA
- os primeiros passos, como crítico e curta-metragista
- a explosão do cinema novo: Deus e o Diabo na Terra do Sol
- o ápice autoral de Terra em Transe e O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro
- os filmes de exílio e a volta ao Brasil para o ópus final.

Sessão 3 – JÚLIO BRESSANE
- do cinema novo ao cinema "marginal" – Cara a Cara, O Anjo Nasceu
- a explosão do cinema de invenção – Matou a Família e foi ao Cinema
- a experiência da Belair, com Rogério Sganzerla
- um maverick nos anos 70 e 80 (A Agonia, O Gigante da América, Tabu, Os Sermões...)
- Bressane  contemporâneo (O Mandarim, Cleopatra, A Erva do Rato...)

Sessão 4 – ROGÉRIO SGANZERLA
- crítico e marginal; os primeiros curtas.
- a explosão do cinema de invenção: O Bandido da Luz Vermelha, A Mulher de Todos.
- a experiência da Belair, com Júlio Bressane – Sem Essa Aranha, Copacabana Mon Amour
- o ostracismo imposto e a obsessão com Orson Welles

Parte 2: PORTUGAL

Sessão 5 – Fernando Lopes
- Os anos de estudo e de vivências em Londres; o regresso e a Revista Cinéfilo.
- O nascimento do Cinema Novo com Belarmino; a influência do free cinema e das técnicas televisivas.
- A Lisboa moderna mas também o meio rural de onde proveio como o centro do seu cinema; os géneros cinematográficos.
- A adaptação de clássicos modernos da literatura Portuguesa; os documentários sobre artistas.

Sessão 6 – Paulo Rocha
- Os Verdes Anos: um terno e trágico sopro de lírismo na nova paisagem do cinema português.
- O caso singular de Mudar de Vida.
- Os anos no Japão e os gestos incomensuráveis: A Ilha dos Amores; O Desejado.
- A sua relação com Manoel de Oliveira e com o Porto; aventuras e visionarismo no digital.

Sessão 7 – António Reis
- A vida no Porto: cineclubismo, poesia, o argumento de Mudar de vida.
- Os primeiros documentários invisíveis; a experiência de assistente de Manoel de Oliveira em Acto da Primavera.
- Jaime: um meteorito sem aviso.
- A poesia da terra em três obras cósmicas: Trás-os-Montes, Ana, Rosa de Areia; a importância de Margarida Cordeiro.
- A sua influência numa geração fundamental do cinema português: Pedro Costa, Manuel Mozos, Vítor Gonçalves.

Sessão 8 – Manoel de Oliveira
- Um pioneiro: experiências no mudo.
- Os longos anos de silêncio; as obras arrancadas a ferro; Aniki-Bobó.
- Duas revoluções: Acto de Primavera e Amor de Perdição
- O Porto e Agustina Bessa – Luís; o teatro do mundo.
- A sede de descoberta, um homem sem idade.
 

OBSERVAÇÕES: as aulas têm uma duração de 2h. O mínimo de alunos requerido para a abertura deste curso é de 10 alunos. A turma não excederá um máximo de 20 alunos. As aulas têm uma periodicidade semanal. Não há aula no dia 31 de Maio.


8 SESSÕES
1 aula semanal
Qui 19h30-21h30
3 Mai — 28 Jun 2018
Preço: 2 mensalidades de 70€

Inscrições abertas